quarta-feira, 9 de maio de 2007

repetições dinâmicas

A historia nos explica o que nao vemos durante o agitado presente basta prestar atenção tudo já aconteceu antes a vida é uma repetição dinâmica e certamente há uma parcela de novidade em cada repetição paradoxalmente mas não é algo contraditório.
Acredito que existam repetições melhoradas mas vejo em nossas ações um grande roteiro sendo constantemente rascunhado desde nossos ancestrais e sendo assim continuamente reescrito por nossas células hereditárias em busca da trasncedência evolutiva que é empirica e logo muitas coisas vão se repetir ate atingirmos um nível de satisfação mas até então continua-se a busca pelo o "ideal" .
Por essas premissas me julgo um leigo na arte da construção social, pessoal e profissional, pois seria lógico depois de tal constatação levantar informações e referências sobre pessoas próximas ou não,por conta de tal comunhão espiritual com quaisquer forma de vida que possuímos para tomarmos conhecimentos dos meios e fins que as causas os conduziram.
Mas ai a aventura e a surpresa das descobertas coditianas deixariam de existir? perderia a graça viver em constante reflexão? análise?
Pessoalmente fico com o dinâmismo de meus meios para sentir o efeito das causas assim mesmo.
Agora pensando em níveis coletivos como projetos sociais e profissionais dos quais participo ativamente creio que 45% de meu tempo é um bom exercicío e no mundo corporativo esse conceito é simples: "Benchmarking" processo que leva você a conhecer as melhores práticas ou seja o que é feito e quem faz melhor para que possa aplicar em seu projeto a mesma prática, veja agora a antitese em que cai: é preferível ser efetivo e objetivo em ideiais coletivos ou organizados mas se tratando de meus auto-questionamentos e avaliações prefiro ter o acaso? o natural? a constatação orgânica e tardia? e acabo sendo assim no resto de todas as ações? mesmo não concordando?
É realmente pífio esse meu post.
Todavia, eis a conclusão:
"Saber por você mesmo que os meios justificam os fins é melhor do quê perceber que se chegou ao fim sem que tomemos conhecimento dos meios que não nos levam a condição, objetivo ou fato esperado por negligência personalística de conhecimento das repetições dinâmicas, ou seja, sem saber aonde se errou e proquê." Reverter esse paradigma!
A grande dificuldade de sabermos o motivo de uma infelicidade é muitas vezes por desenconhecimento da causa e precisamos constantemente nos perguntar:
"Por quê, tenho que fazer isso".
Se não houver fundamento, ou se não se convencer você já sabera o que vai sentir quando fizer o que não existe porquê.


Hoje, é um dia muito favorável para questionar o por quê tenho que fazer isso ou aquilo sem que fique no limear das atividades repetitivas dinãmicas pasmando.

O proposito desse post é incentivar a declaração do combate necessário, para se alcançar um admirável mundo novo que co-existe na simplicidade do luto diário reflexo do desapego ou da indiferença?

Namastê.

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