terça-feira, 22 de maio de 2007

Minha pátria é a língua portuguesa:

Bernardo Soares
Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. (s.d.)

L. do D.

Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. Talvez porque a sensualidade real não tem para mim interesse de nenhuma espécie - nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de Chateaubriand, fazem formigar toda a minha vida em todas as veias, fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou tendo. Tal página, até, de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia sintáctica, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de coisa movida.


Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim, em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida, esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem, tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as ideias, as imagens, trémulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de sedas esbatidas, onde um luar de ideia bruxuleia, malhado e confuso.


Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa que me têm feito chorar. Lembro-me, como do que estou vendo, da noite em que, ainda criança, li pela primeira vez numa selecta o passo célebre de Vieira sobre o rei Salomão. «Fabricou Salomão um palácio...» E fui lendo, até ao fim, trémulo, confuso: depois rompi em lágrimas, felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquele movimento hierático da nossa clara língua majestosa, aquele exprimir das ideias nas palavras inevitáveis, correr de água porque há declive, aquele assombro vocálico em que os sons são cores ideais - tudo isso me toldou de instinto como uma grande emoção política. E, disse, chorei: hoje, relembrando, ainda choro. Não é - não - a saudade da infância de que não tenho saudades: é a saudade da emoção daquele momento, a mágoa de não poder já ler pela primeira vez aquela grande certeza sinfónica.


Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico.Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.


Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.

Um dia a gente aprende.

Eu pago.

Pago pelos meus sonhos
Pelas minhas ilusões
Pela minha falta de conhecimento
Pelo meu conhecimento

Pago pelo amor
Pelas minhas dores
Pelo meu enfarto
Pelo meu desânimo
Pelo meus vícios

Pago pela vida
Pela nuvem preta
Pela chuva e pelo sol

Pago para respirar poluição
Pela fila e pelo juízo

Pelo amor de Deus!
Alguém nesse mudo pode me dizer,
Por quê eu pago tanto até aprender.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Uma fábula sobre arquitetura e idéias

Imagine uma oficina:

Nela existem várias ferramentas e máquinas.
Nela existem conceitos e idéias.
Nela existe um senhor que defende essa oficina com muito afinco,
Pois somente ele sabe a finalidade daquela oficina existir diante do universo.

Existe uma rua muito movimentada que tira constantemente a atenção daquele senhor,
Ele não se muda, pois ali aprendeu a amar e tem medo de sentir-se só, diante do universo,
Existia uma parcela de conveniência também pois na unanimidade a falta de informação e entusiasmo é constante,

Em uma noite de muito romantismo e esperança ele olha para o céu e imagina a oficina dos sonhos dele e logo uma estrela cadente passa como um sinal pois pensava nela antes de cair,

Ali era o seu ligar, pensou.

Em um belo dia a oficina deixou de existir mas as máquinas, as idéias, o conceito ainda continuavam ali, de aguma forma,

Era como um sonho, a oficina existia dentro daquele senhor,
Mas ele ainda tinha medo e se perguntava como faria para adquirir um novo local com aquele que tinha tanto espaço para tantos sonhos, planos e idéias como ele,

O tempo passou e o senhor percebeu que a oficina havia crescido haviam mais idéias, planos e sonhos do que antes; mesmo não existindo mais aquele local, aquela rua.

Era estranho pois ainda se conseguia trabalhar e sonhar e por incrível que pareça as pessoas começavam a notar o trabalho daquele senhor que estava há todo tempo ali sem ser percebido e so havia perdido tempo pensando na oficina e na rua,

O senhor entendeu então que para arquitetar idéias era preciso retirar todos os pensamentos e sentimentos amargos, duvidosos e ambiciosos pois sem a oficina o que restou foi apenas as máquinas, ferramentas e idéias a rua já deixará de existir há tempos e o medo com ela, a preocupação de manter aquele local também se foi,

O Senhor teve então condições para iniciar um trabalho de construção e pela primeira vez sentia que estava próximo de cumprir sua missão,

Chamou um beija-flor que passava por ali para espalhar a notícia de que sua nova invenção estaria pronta em breve e ajudaria muitas pessoas, Um rosa escutou um desses chamados do beija flor e correu para ajudálo nas tarefas do dia-a-dia,

O Senhor não acreditava nos espinhos dessa rosa era possível se defender dos piores pensamentos mantendo tudo no vazio da grande construção e começou a praticar os voos livres de um beija-flor com a mesma serenidade de uma rosa,

O Beija-flor cumpriu a sua missão e a rosa também a oficina pobrezinha não havia espaço para ela e o senhor entendeu então que é preciso viver o presente de suas idéias consigo mesmo podendo assim voar e pensar em aprender ao invéz de temer por não saber que existem espinhos por ai,

Atriu no mesmo instante tudo o que quiz e como não tinha mais nada o que temer só a desejar pediu o bem e o praticou.

Diante do universo o senhor agradeceu pelo aprendizado entendendo que o grande desafio dessa fábula era entender que perder tudo para ganhar nada é um belo atalho para o esvaziamento, mas que sem saber voar e se defender das incertezas os excessos permaneceriam presentes,

Agora o tudo é o nada sem oficinas de dúvidas o grande aprendizado foi ter humildade para seguir o seu impulso com todo vazio do universo possível para impulsionar aquela oficina que não precisa existir para existir.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

A dificil tarefa de não ser um muleque

Sonhei que estava num lugar conhecido e uma mesa voava para me assustar ela certamente viria em minha direção e como era o meu sonho pedi a ela que voltasse ao seu lugar: ela me atendeu,
Depois vinha um capacete gigante ele sim era de assustar, virava, subia, crescia, diminuia, era desobediente nao me atendeu e continuo a me assustar,
Olhei na parede parecia um escritorio com certificados provavelmente os meus como os mantenho ao alto estavam caindo faltavam alguns era como se estive dentro do presente momento,
Hoje recebi um e-mail de um amigo que desenvolvi um trabalho do qual não conclui por falta de planejamento, tempo e pro-atividade ele dizia que não era nada pessoal mas passaria o projeto para outra pessoa e realmente ele estava correto deixamos o projeto parado por falta de informações e um trabalho conjunto com ele que deveria ser liderado por mim havia mais pessoas no projeto e pouco a pouco fiquei responsável juntamente com a premissa de estarmos juntos o fato de não termos alinhado nossas atitudes resultou nesse desfecho certamente o problema é nosso não vejo como unilateral nem ele aqui vou fazer uma auto-crítica unilateralmente pois é a finalidade do blog.
Além dessa notici recebi críticas uma delas a de que eu sou um muleque pois acreditou que eu tinha ficado bravo, pelo contrário fiquei muito aliviado pois o sucesso do projeto vai depender de um trabalho de equipe e considerei essa crítica muito construtiva por ele ser um amigo sentiu-se com liberdade para escrever o que pensava e eu realizará um péssimo trabalho como ele mesmo disse não importanto o fato dele estar ausente.
Muitas vezes procuramos pessoas para nos ajudar para evidentemente não nos preocuparmos com essas questões não estou bravo e nem misturei amizade com profissional apesar de acreditar que a vida é um todo indivisível, rs
Nessa realidade da qual me situo, tenho justificativas e tenho ciência - tbm auto-crítica como sou capricorniano sempre alimento a auto-crítica, sou assim, entao contabilizei e foram ao longo de um ano 4 projetos com a mesma conclusão: insatisfação sendo o segundo a me dizer que sou um muleque esses são os índices e vale o aprendizado não acho nenhuma graça em expor meus erros publicamente e muito menos acabar com minha auto-estima mas sei que é necessário aprender com esses erros um dia escrevo sobre os elegios e vitórias para equilibrar o saldo não é negativo e sim reflexivo não quero mais situações como essa e então já tomo conhecimento do necessário.
Não existe escola para deixar de ser muleque é empírico deverás tentar , relfetir e entender o por quê do fracasso.
Eu geralmente não tenho foco, quero ser "multi" realizar mais sem avaliar os imprevistos e na capacidade de realização coloco o coração no trabalho e acabo esquecendo de dizer algumas verdade e hoje adquiri parte dessa experiência:
saber dizer não
ver o lado realista das coisas,
adotar o menos prejudicial como bom,
refletir sobre que trabalho é satisfatório e deixar de lado o romantismo da vontade juvenil em torno da hiperatividade, fruto da ansiedade e pressão da humanidade que consome nossas almas em taxas e sobre taxas,
sou pós graduado na arte de ser "muleque" e finalmente descobri (acredito) como evitar isso, goste eu, ou não, é muito frustante reconhecer limitações mas é necessário...sendo assim, prevalece o respeito e humanismo não sou perfeito nem quero ser procuro ser apenas correto,
Ontem mesmo uma pétala me dizia que não é preciso fazer tudo, e eu, querendo mais, :) adoro essa flor.
Aprendi então sobre a dificil tarefa de não ser um muleque e dizer não para 99% das oportunidades para esperar pelo 1% do qual você sabe que é satisfatório realizar e não precisará consumir sua alma procurando multimeios de realizá-lo, pois com alegria se realiza.
Deixo todas as possibilidades em atvidade e as oportunidades num canto quieto úmido e iluminado, como uma semante naturalmente elas no tempo certo, germinam.
Recolho todas as pedras do meu caminho, um dia vou construir um castelo.
Reciclagem e Vazio, Novo Capitulo.
Namaste.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Venture capital uma luz no fim do tunel....

Hoje saiu uma matéria interessante no estadão que reforça minha visão sobre empreendedorismo e oportunidades uma empresa americana de capital de investimento fechou uma parceria com uma empresa brasileira a Fir Capital, mesma empresa que participou do processo de venda da empresa formada pelos três professores mineiros e veja só faz alguns dias que comentei que nos temos (o Brasil) despertado muito interesse em empresas não nacionais, é evidente que estamos num processo de globalização e associações dessa natureza agregam sempre valor tendo em vista a falta de capital brasileiro para iniciativas e ações de riscos, porém, a retórica, da qual me remete a reflexão seria o questionamento da ausência de um interesse maior de empresas nacionais nesse cenário.
A Fir Capital empresa nacional juntamente com a DFJ empresa americana que participou do financiamento de empresas como SKYPE que foi vendida por $4 bilhoes de dolares e do Hot mail adquirido pela Microsoft anunciam a criação de um fundo de U$40 milhoes de dolares e a projeção de levantar mais U$100 milhoes em 12 mezes juntamente com uma promessa de atrair U$600 milhoes para para o Brasil, o meu entusiamo em saber dessas iniciativas é relevante há dois dias mencionei que tinhamos pouco capital nacional para investimentos um alerta interessante pessoal é o conhecimento de que existirá evidentemente uma participação no retorno desses empreendimentos que certamente sairão do país.
Esse panorâma colonialista pode ser uma visão ortodoxa, mas é exeguível.
O BNDS tem participado dentro de iniciativas promissoras mas na minha opinião deveria ter células para tratar de segmentos estratégicos como no caso da tecnologia da informação, atividades ambientais como sequestro de carbono, etc...
O Grupo Votorantim novos negócios têm uma célula (holding) chamada TIVIT e passou a adiquirir empresas de T.I. visando agregar valor e competitividade em novos mercados e diga-se de passagem mercados fundamentais para o desenvolvimento econômico,
Outro bom exemplo é a Microsiga onde após um processo de fusões seu presidente, Láercio fundamentalizou a holding TOTVS, a Microsiga foi uma das pioneiras em Venture Capital e até anos atraz tinha 25% de suas ações nas mãos de uma empresa americana e voialá, faz pouco tempo que o BNDS entrou no grupo para trazer autonomia nacional ao grupo, sem que houvesse uma diminuição no caixa do grupo na retomada dessas ações.
A o que nos remete essas notícias e exemplos? T
Temos grandes talentos, idéias e empresas mas não temos cultura é preciso informar os empresários empreendedores e estudantes sobre essas possibilidades precisamos agir em busca da evangelhização do conhecimento para que não coloquemos a formação formal e básica herdada de um sistema patriarcal e colonialista para o futuro de nosso país e filhos,
É preciso reter talentos e capitais pois se continuarmos a depender de capitais estrangeiros ficaremos fadados a dependência de índices que avaliam riscos e nos permutam ao extrativismo global financeiro, vamos ns valorizar.
Me anima saber que temos capital para ações inovadoras no Brasil mas no fundo não deixa de ser um financiamento de mais uma intituição estrangeira visando lucrar com a ingenuidade brasileira e nos brasileiros somos muito pacifistas e conformados talves a solução esteja em formar revolucionários ou quem sabe defendermos nossos projetos com trincheiras eletrônicas desenvolvidas pelos nossos cientistas financiados por um fundo de proteção intelectual?
Ou melhor seriam as urnas?... Acho que não... fico com as guerrilhas, até aqui informacionais.
Para concluir gostaria de parabenizar os deputados que estão no momento discutindo o aumento de 27% de seus salários enquanto empresas nacionais se rendem ao capital imperialista estrangeiro por falta de ações básicas de ações desses parasitas parlamentares, ta aí, vamos causar mais um desequilíbrio ambiental? Já que esta tão fácil agora o Ibama de minha região que era a 1 hora esta à 5hora de distância, alguém pode me dizer como se combate parasitas?
Procuro engenheiros agrônomos residentes em Brasilia! Trata-se de uma questão ambiental!

quarta-feira, 9 de maio de 2007

repetições dinâmicas

A historia nos explica o que nao vemos durante o agitado presente basta prestar atenção tudo já aconteceu antes a vida é uma repetição dinâmica e certamente há uma parcela de novidade em cada repetição paradoxalmente mas não é algo contraditório.
Acredito que existam repetições melhoradas mas vejo em nossas ações um grande roteiro sendo constantemente rascunhado desde nossos ancestrais e sendo assim continuamente reescrito por nossas células hereditárias em busca da trasncedência evolutiva que é empirica e logo muitas coisas vão se repetir ate atingirmos um nível de satisfação mas até então continua-se a busca pelo o "ideal" .
Por essas premissas me julgo um leigo na arte da construção social, pessoal e profissional, pois seria lógico depois de tal constatação levantar informações e referências sobre pessoas próximas ou não,por conta de tal comunhão espiritual com quaisquer forma de vida que possuímos para tomarmos conhecimentos dos meios e fins que as causas os conduziram.
Mas ai a aventura e a surpresa das descobertas coditianas deixariam de existir? perderia a graça viver em constante reflexão? análise?
Pessoalmente fico com o dinâmismo de meus meios para sentir o efeito das causas assim mesmo.
Agora pensando em níveis coletivos como projetos sociais e profissionais dos quais participo ativamente creio que 45% de meu tempo é um bom exercicío e no mundo corporativo esse conceito é simples: "Benchmarking" processo que leva você a conhecer as melhores práticas ou seja o que é feito e quem faz melhor para que possa aplicar em seu projeto a mesma prática, veja agora a antitese em que cai: é preferível ser efetivo e objetivo em ideiais coletivos ou organizados mas se tratando de meus auto-questionamentos e avaliações prefiro ter o acaso? o natural? a constatação orgânica e tardia? e acabo sendo assim no resto de todas as ações? mesmo não concordando?
É realmente pífio esse meu post.
Todavia, eis a conclusão:
"Saber por você mesmo que os meios justificam os fins é melhor do quê perceber que se chegou ao fim sem que tomemos conhecimento dos meios que não nos levam a condição, objetivo ou fato esperado por negligência personalística de conhecimento das repetições dinâmicas, ou seja, sem saber aonde se errou e proquê." Reverter esse paradigma!
A grande dificuldade de sabermos o motivo de uma infelicidade é muitas vezes por desenconhecimento da causa e precisamos constantemente nos perguntar:
"Por quê, tenho que fazer isso".
Se não houver fundamento, ou se não se convencer você já sabera o que vai sentir quando fizer o que não existe porquê.


Hoje, é um dia muito favorável para questionar o por quê tenho que fazer isso ou aquilo sem que fique no limear das atividades repetitivas dinãmicas pasmando.

O proposito desse post é incentivar a declaração do combate necessário, para se alcançar um admirável mundo novo que co-existe na simplicidade do luto diário reflexo do desapego ou da indiferença?

Namastê.

sábado, 5 de maio de 2007

Diante do Universo

"Tem muita coisa que você não sabe, ou não tem poder para mudar, a sabedoria, hoje é observar essa realidade. Você (eu) vai aprender com ela a ser mais efetivo e confiante numa ordem acima de sua vontade. Este não é mais um daqueles lembretes do cèu para lembrá-lo de sua real pequenez, DIANTE DO UNIVERSO."

Com essa mensagem do zodiáco, refleti, muito menos do que deveria, porém, muito mais do que custumo, e por fim chegou a hora, sem subjetividade: hora de iniciar o entendimento que o universo esta a todo instante nos enviando.

Sendo assim, criei esse Blog, para escrever sobre o tudo e o nada, Diante do universo.