Diogogênese: do narebaurélio, (termo referência ao vocabulário de uma grande amigo, o capixaba mais paulista que já conheci! Nareba ) significa a capacidade de ter 1000 idéias por segundo sem nenhuma relação com o ambiente externo atual e presente.
Essa doença séria e hereditária que reside em minha personalidade há pelo menos uma década provocou reações em professores escolares, universitários, colegas, familiares e clientes, e atualmente provoca turbulências de novidades e surpressas.
Quando existe dentro de si dois fatores natos predominantes de tamanha pertinência como a complexa sede por associações e a fome de empreender sobra resultados aleatórios que fazem da vida uma grande "teia capraniniana", referência a Fitjof Capra.
Mas se me perguntarem, você se considera um cara de sorte?
Responderei, sim! A Diogogênese é algo parecido com a metamorfose ambulante e ela esta em constante evolução, se encaixaria perfeitamente no personalismo de emmanuel mounier que escreveu sua filosofia personalística nata, pois negou o conhecimento acadêmico para não contaminar suas idéias e teses quando tomei conhecimento de sua obra juro que tive a sensação de estar lendo o que sentia sobre minhas sensações de afastamentos e rupturas.
Se me perguntarem, você é feliz?
Responderei que sim! A Diogogênese é algo parecido com a sociedade pós industrial de, De Masi, onde caminhamos para a sustentabilidade de nossas vidas ou seja vivendo de corpo, alma e espiríto, sem se privar de nada, realizando trabalhos de maneira qualitativa e cheia de sonhos sem se preocupar com a produção em massa e muito menos com o capital.
É alguma coisa parecido com o admirável mundo novo.
Se me pergutarem, você se arrepende?
Responderei, de algumas quem sabe, mas da maioria não por quê a Diogogênese permitiu o entendimento de que se existiram infortúnios, foram consequências de minhas próprias ações permitindo assim o aprendizado real é algo parecido com confúcio descrevendo lao tsé, onde a verdade soa paradoxal.
Se me perguntarem, você é amado?
Responderei que amo!
Se me perguntarem se faço o que gosto?
Responderei que me esforço.
Se me perguntarem quem eu sou?
Responderei que somos iguais.
Se me perguntarem o que vou fazer daqui pra frente?
Reponderei que continuarei essa e outras gêneses pois nelas me descubro sem medo e delírio de ser quem eu sou.

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