segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O Conto da Figueira Mata Pau

Em foco uma GUAPURUVU,
Próximo ao Morro Grande (Barriga do Gigante Adormecido)


Esse conto, mostra como a natureza se encarrega se substituir
seus elementos, de forma gradativa.

Esse Guapuruvu que encontramos
certamente irá dar lugar a uma figueira mata paú.
Há uma figueira crescendo bem na parte do centro do guapuruvu.

As figueiras crescem em cima de outras árvores onde germinam
e graças a sua raiz conseguem chegar ao chão
para ocupar com o tempo o lugar de sua recpetora conceptiva.
Por isso a maioria das Figueiras tem o caule num formato quase-oco.

Daqui uns anos voltarei para ver o processo.
As figueiras mata pau no ensinam a ter paciência e temperânça,
elas vão tomar o lugar do seu apoio, mas naturalmente convivem
até a que figueira cresca e não deixe mais espaço para a sua companheira.

A natureza substitui, aproveitando ao máximo as configurações
já existentes, quem permanece faz parte de quem existiu,
quem existiu faz parte de quem irá existir.

Sempre quem assume um espaço tem a responsabilidade
de honrar por aquele local, respeitando o legado.

Assim seja os novos governos após as eleições:

Pensamos que podemos ser melhores que os outros,
mal sabemos que apenas caimos em algum espaço já fadado
a nos permitir existir.

mal sabemos que temos hora marcada para servir
ao próximo e assim existir.

Um comentário:

Anônimo disse...

Obrigada, Diogo pelo seu Conto da Figueira Mata Pau. De repente, sintonizei com esta planta e encontrei uma mensagem da natureza para viver em harmonia com a constante transformação que Sou, Guapuruvu e Figueira Mata Pau, passado e futuro, vivendo próximo ao Morro Grande,na Barriga do Gigante Adormecido!
Maravilha! Para quem cultiva a paciência e a temperança só existe a Existência, suprindo coragem e vitalidade!